O que e Midia Social ?

24 de maio de 2010 – 13:33

Midia Social e uma expressao que combina duas palavras simples . Em geral sabemos o que significa ser social , aprendemos desde a infancia a expressao seja social , o que significa interaja com as pessoas, converse , fale , etc . Midia tambem um conceito intuivo , a midia , como os meios de comunicacao . Os politicos sao prodigos em usar a midia para influenciar seus eleitores e ate para amaldicoar tudo que e contra os seus intereses. Mas o que significa neste contexo Midia Social ? Midia Social na nossa visao sao todas as interfaces digitais que permitem as pessoas conversarem a distancia. Diz ate que as midias socias aproximam que estao longe e distancia as pessoas que estao perto . Acredito que hoje as Midias Socias permitem a comunicacao de forma interativa a distancia  e deste modo aproxima as pessoaos de suas tribos virtuais. Sera que e isso mesmo ?


Estamos Voltando…

24 de maio de 2010 – 12:42

Estamos voltando a escrever no Acheme7. Agora com mais experiencias no mundo da economia digital…


Conversas sobre Economia Digital

25 de agosto de 2009 – 17:04

Vamos iniciar uma novaa serie de post sobre Economia Digital


Orkut privado

26 de maio de 2009 – 0:28

O mundo corporativo está perdendo o medo de conversar com aqueles que escolheram o ambiente digital para interagir com as marcas. Em parte pelo sucesso do Orkut dentro da internet brasileira, as empresas nacionais descobriram que os usuários que deixam opiniões nesse universo digital no final do dia nada mais são que consumidores. Gente que quer comprar e discutir com as marcas suas impressões dos produtos. “Esse é um romance que está bem próximo de acabar em casamento”, afirma Sérgio Cavalcanti, (sergio@nation.com.br) diretor da PeopleMedia, companhia especializada em fazer marketing no mundo das redes sociais. Ele acredita tanto na união dos clientes com os fabricantes de produtos e serviços que passou os últimos meses desenvolvendo uma versão em português de um software que funciona como um Orkut particular para corporações. O Sonets (www.sonets.com.br) permite a criação de redes sociais privadas sob administração das marcas interessadas em criar ambientes seguros de relacionamento com seus consumidores. É possível, por exemplo, estruturar fóruns de discussão, enquetes, classificados, publicar fotos, vídeos e até produzir blogs. Na prática significa investir de R$ 6.000 e R$ 7.800 mensais para ter o software funcionando com todas as atualizações necessárias e a manutenção da PeopleMedia. No preço não está incluído o gerenciamento do projeto que pode ser feito pelos profissionais do próprio cliente e a hospedagem do programa.

A novidade do Sonets é possibilitar a companhias de pequeno e médio porte a entrada estratégica nesse universo em total expansão. Cavalcanti afirma que sua intenção é proporcionar para cada empresa a chance de criar um modelo de relacionamento duradouro com aquelas pessoas que compram seus produtos ou querem ficar próximas da marca. “Na primeira fase das redes sociais pessoas buscavam pessoas. Agora são as empresas que procuram seus clientes para uma conversa franca e sem intermediários. Esse é o princípio do Sonets”, afirma o diretor da PeopleMedia.


AS REDES SOCIAIS E A ELEIÇÃO DE 2010: O CASO PERNAMBUCO

16 de maio de 2009 – 11:31

A revista Bites fez um estudo sobre a presença digital do governador Eduardo Campos (PSB) e do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) nas redes sociais


Marketing pré-pago

3 de abril de 2009 – 0:17

Em tempos de crise, o marketing de incentivo já aparece como uma opção real de aumento de vendas pelas empresas. A lógica desse modelo é simples. Vendedores, empregados e até consumidores recebem algum tipo de benefício para vender ou comprar determinados produtos. São prêmios ou até mesmo dinheiro em conta corrente. A novidade agora é a possibilidade do ganhador levar para casa mais minutos no seu celular pré-pago. Essa é a estratégia da Minucom, que estruturou um modelo de negócio no qual premiação é baseada em minutos para esses telefones móveis que já representam 80% dos 152 milhões de aparelhos em funcionamento no Brasil. “Em menos de 48 horas creditamos em reais o valor correspondente ao prêmio do dono do celular”, afirma Leandro Capozzielli, diretor da Minucom. Ele enxerga uma infinidade de oportunidades para marcas interessadas em estreitar o seu relacionamento com consumidores, em especial os donos de pré-pagos na sua maioria das classes CDE e também o mais jovens. No espectro de potenciais clientes da Minucom estão desde instituições financeiras, redes de varejo até companhias aéreas que podem transformar os pontos dos programas de fidelidade em minutos grátis. A Minucom funciona como uma intermediária nesse processo. A companhia modela os pacotes, compra minutos no atacado em todas as operadoras de telefonia móvel e faz a distribuição aos premiados. Tudo por uma rede online. “Como negociamos grandes volumes entramos nesse jogo pagando tarifas bem interessantes por cada minuto comprado”, diz Capozzielli. Esse valor pode variar entre R$ 0,60 a R$ 1,23. A diferença está no número de minutos que o cliente levará para casa.


A descoberta da Telefônica

2 de abril de 2009 – 0:25

Existe vida além dos fios de cobre. Essa foi a descoberta da operadora Telefônica ao desembarcar no mundo digital com uma ação publicitária que gerou muitos comentários e uma grande polêmica em torno do apresentador Marcelo Tas, do CQC. A empresa a celebridade para ajudar no posicionamento do Extreme. Em lugar de páginas de revista, jornais ou comerciais de TV, a companhia preferiu testar o poder das redes sociais. Tas foi escolhido porque é uma das estrelas desse mundo, em especial o Twitter, o microblog sensação entre os adeptos do universo digital. A reação começou em seguida a reportagem do jornal americano Wall Street Journal sobre o uso do Twitter como uma ferramenta publicitária. Tas, que tem 25 mil seguidores, foi contratado para publicar durante um ano no seu Twitter um link de algum site ou serviço relacionado ao tema da experiência de uso da banda larga. Essa combinação – celebridade, internet e pessoas emitindo suas opiniões livremente – acendeu o pavio da discussão. Falaram de quebra de ética, de compra de opinião de terceiros e de intenção da Telefônica de entrar sem pedir licença no ciberespaço. O próprio Tas criou os melhores argumentos para confundir os seus críticos. “Há muitos cubanos na rede que ainda acham que a internet não é uma invenção do capitalismo”, ironizou. O petardo tinha endereço certo: os xiitas 2.0 que acusaram a Telefônica e a Tas de profanar o sagrado mundo da web com propaganda. Do lado da Telefônica, apesar do susto inicial, a repercussão ainda está sendo analisada, mas ficou menor o medo de conversar com as pessoas que estão nas redes sociais. “Entramos de peito aberto e sabíamos que haveria polêmica”, afirma Marcelo Tripoli, diretor da iThink, responsável pela campanha. Esse resultado apontado por Tripoli pode ser traduzido em alguns aspectos. O primeiro deles foi a descoberta do efetivo poder das mídias sociais pela Telefônica. Mesmo com suas dimensões e o telhado de vidro, a companhia percebeu que pode se movimentar com alguma sutileza dentro do mundo da web 2.0. O outro ponto, que alguns enxergam como negativo, mas que outros veem como positivo, foi a quebra da virgindade do Twitter no Brasil como um instrumento de publicidade. E Tas anunciou que estaria devolvendo o dinheiro do contrato, mas era 1 de abril.


O circo da mídia

27 de março de 2009 – 21:00

O jornalista Alexandre Secco é dono do seu próprio paradoxo. Como ele me anuncia passou “a vida pintando papel” em jornais e revistas, mas também experimentou cedo gosto de um mundo conectado quando descobriu o BBS, o serviço de comunicação que pode ser considerado como o avô da internet no Brasil. Repórter da Folha de São Paulo, editor de Veja, editor Executivo de Exame e atualmente diretor de conteúdo da Análise Editorial, Secco encontrou o local ideal para acomodar as duas variáveis. Desde a manhã desta sexta-feira, dia 27, ele integra a galeria dos jornalistas com blog. O que é uma boa notícia porque a maior parte dos profissionais de imprensa, mesmo sob forte ameaça dos produtores de conteúdo independentes, prefere virar as costas a enfrentar a realidade da internet. O blog de Secco, batizado de MediaCircus, vai tratar do mercado de mídia local e internacional, algo raro no noticiário brasileiro. “O Brasil é um dos poucos países do mundo no qual a mídia não faz reportagens regulares sobre a própria mídia”, afirma Tiago Dória, outro jornalista e um dos primeiros desbravadores na sua categoria. Desde 2003 ele produz um blog com boas notícias sobre web e mídia.

O MediaCircus, como define seu editor, será o espaço para quem gosta de acompanhar o mercado de mídia sob o ponto de vista dos profissionais. Em geral, os jornalistas ainda não descobriram qual a sua vocação dentro do mundo das redes digitais de relacionamento onde qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento produz conteúdo distribuído para centenas de milhares de outras pessoas. É o Broadcast entregando os pontos para o SocialCast, definição para o atual fenômeno da produção de conteúdo do diretor do Ibope Inteligência Marcelo Coutinho. É certa existência de muita informação de baixa qualidade na nos blogs, twitters e comunidades digitais, mas a diferença em relação ao conteúdo relevante que também está nesses locais é que a produção de baixa qualidade é melhor indexada, por enquanto, para os serviços de busca, como o Google. Ações como a de Secco, Dória, de outros jornalistas e da própria Bites que defende o jornalismo de indexação servem como alento para quem busca qualidade, competência, apuração e contexto na internet. Diante desse movimento, a entrada de Secco no clube dos blogueiros jornalistas é uma grande notícia e o MediaCircus tem as credenciais suficientes para ser um dos melhores blogs de mídia do Brasil.


Uma questão de idade

3 de fevereiro de 2009 – 0:30

O Pew Internet Project se transformou nos últimos anos na principal referência sobre os hábitos dos americanos em relação à internet. Os relatórios da organização são um dos melhores retratos dos efeitos da rede sobre as famílias, as comunidades e os grupos sociais nos EUA. O último estudo publicado na semana passada mostra como diversas gerações se relacionam com o mundo virtual. Há aspectos óbvios, como o fato de apenas 31% das pessoas com mais de 73% estarem conectadas à rede contra os 93% de até 17 anos. O trabalho dos pesquisadores Sydney Jones e Susannah Fox divide os usuários de internet dos EUA em seis categorias. Os mais novos (18-32) são denominados de Geração Y e os mais velhos de Geração G.I. (acima de 73 anos). Há ainda os teens online que estão na faixa dos 12 aos 17 anos. Um dos pontos relaciona o uso de email por essas gerações. E a conclusão comprova que essa ferramenta de correio eletrônico está ficando ultrapassada para os mais novos. Do universo pesquisado verificou-se que 74% dos internautas com mais de 64 anos são fãs do email como instrumento de comunicação no mundo digital. Quando a análise tem como alvo os mais jovens (12-17) essa regra não vale. Desse contingente 73% são adeptos do email, mas em 2004 esse número era de 89%. Na realidade, os teens usam as redes sociais como a sua plataforma de comunicação instantânea. Um ponto importante do estudo (veja tabela abaixo) compara hábitos das gerações. Os mais jovens, por exemplo, são jogadores regulares de games na rede e tem por hábito o envio de SMS’s sem comparação com as outras faixas etárias. Os usuários de 18 a 32 anos são maioria dos adultos online quando se trata de assistir à vídeos online e utilizar de redes sociais. Outro ponto importante do estudo mostra a baixa aderância dos mundos virtuais, como o Second Life, junto aos internautas americamos. Só 10% dos mais jovens visitam esses mundos e quando a idade avança esse percentual fica bem abaixo de 3%, e em alguns casos, chegando a 0% entre os mais velhos.


Vender é preciso

12 de janeiro de 2009 – 23:01

O mundo corporativo colocou em 2008 os holofotes sobre os personagens da social media brasileira. As empresas perceberam a importância desse novo canal de comunicação interativo e não perderam tempo. Organizaram eventos, participaram de conferências, implementaram algumas estratégias tímidas e, sobretudo, emprestaram seu capital social para blogueiros, donos de comunidade no Orkut, no Flickr e em outras redes sociais. Alguns desses personagens responderam à altura e conseguiram estruturar um diálogo com as companhias. Era a época da bonança e gastar recursos para a construção de marcas junto aos atores desse novo mundo fazia sentido. Agora, em 2009, tudo será diferente. A social media do País precisa ajudar as empresas naquilo que elas mais querem em tempos de crise: vender. “Quem não oferecer essa resposta para os departamentos de marketing vai ficar fora do jogo. A época da festa acabou”, afirma um executivo de uma grande companhia multinacional que no ano passado investiu centenas de milhares de reais em ações de marca para a social media nacional. “Agora o que determina qualquer tipo de planejamento é o retorno sobre o investimento. Traduzindo: precisamos vender nossos produtos.” Essa percepção não é exclusiva desse executivo. Entrevistados por BITES outros diretores de marketing afirmaram que os blogs e quaisquer outros canais de comunicação 2.0 precisam oferecer respostas concretas para um ano que promete ser um dos mais duros desde o lançamento da versão comercial da internet em 1995. “Muitos dos meus colegas não tem a menor idéia como oferecer uma resposta para essa demanda”, afirma Marcelo Vitorino, empresário e acionista majoritário da rede de blogs InBlogs. “Quem não se profissionalizar continuará à espera de ganhar brindes das empresas.” Vitorino é mais radical. Ele diz que a social media do Brasil é imatura para enfrentar tempos de crise. E a situação não está realmente fácil. O lado positivo desse atual momento é que a redução nas verbas de marketing poderá colocar a internet no centro das atenções das áreas de marketing. Com pouco dinheiro, as companhias serão mais seletivas em seus investimentos em publicidade e irão procurar projetos capazes de oferecer retorno rápido com qualidade. E nesse ponto investir em estratégias digitais de relacionamento pode ser uma opção real para cumprir as metas de venda de 2009.